Meu grande amor.
Escrever, de verdade, eu não sei direito, porque não nasci com alma de poeta. Portanto, tento juntar as letras, nesta carta, esperando que você perdoe meus erros gramaticais, da mesma forma que peço perdão pela minha falta de originalidade.
No entanto, cada palavra minha, neste momento, é portadora de toda sinceridade, de todo carinho, e, mais do que tudo, de todo amor que sinto por você. Meus sentimentos nascem de mim tão puro como nascem as aguas da fonte, como puros nascem os botões de rosa, como sinceros são os cânticos de todos os anjos.
Meu amor, rainha do meu castelo imaginário, alma gloriosa, flor desabrochando para a vida, dia que nasce e renasce, sol de minha existência, joia mais pura entre todas as gemas. Meu amor, numa palavra tudo!
Por seu amor, eu seria capaz de enfrentar todos os exercitos deste mundo, encarnar, como o Príncipe Páris, a figura do maior dos apaixonados, aqule que batalhou pelo amor de Helena.
Amor de minha vida, será que não me vem na cabeça um outra forma de comfessar o quanto lhe amo, sem ser por uma carta? Eu acho que é porque, pessoalmente, eu sinto vergonha, covardia, um tremor que não me deixa agir com naturalidade. Mas, de qualquer forma, creia que minhas palavras são da mais profunda sinceridade. É que amo você com todas as forças do meu ser. E fica esclarecido que assim será sempre.
confessado isso, aceite beijos do seu eterno apaixonado.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
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