PARA UMA DISPENSA
Gatinha do pai, amiguinha, pra sempre.
Gatinha do pai, coisinha fofa. Cheirinho gostoso de canela, florzinha vermelha, roda em botão. Luz dos meus dias, estrela das minhas noites. Alma irmã e parceira de tantas zorras.
Negocio seguinte, neguinha:tenho que ir pra briga, ver como é o tal mundo das pessoas grandes, ir pro campo de batalha, ganhar meu pão e conquistar minhas medalhas. Quem sabe, cavaleiro andante que sou, até mesmo arranjar mil amores. Ainda que nenhum deles possa ser como você foi. Eu sei que você vai dar risada, a sua risada argentina ,livre, sincera. Vai achar que não tenho capacidade para tal coisa. Que vai me achar um tremendo de um trouxa, besta quadrada . E dai? posso ser isso mesmo. Mas, só que com autenticidade.
deixo você para trás, mas com o coraçaõ partido, sangrando, daquele jeito que sangrou o coraçaõ do salvador de nós todos. Mas, tenho comigo que não estou sendo sacana. Estou sendo sincero. E sou sincero e franco porque lhe quero muito bem.
Gatinha fofa, sei que vou sentir saudades dos momentos que passamos juntos, dos beijos e abraços, das promessas que não consegui cumprir, das musicas que ouvimos, das "nossas musicas".
E, tem mais: vou sentir uma saudade imensa dos teus beijos, dos teus abraços. E muitas saudades de você, num todo. Mas ,creia, tenho, agora, que cair fora. E não vou escrever mais, porque nem estou vendo direito o papel, porque meus olhos estão marejados.
Tchau, fofinha do meu coração. Até um dia desses. E, se eu voltar de cabeça baixa, derrotado, por favor , não me aceite de novo. porque eu não te mereço.
beijos do ......................
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
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